LIÇÃO I UMA PALAVRA DO AUTOR - O DISCIPULADO

UMA PALAVRA DO AUTOR Introdução AOS PROFESSORES E ALUNOS O ensinamento na escola dominical é muito importante e se torna uma tentativa de dar uma formação completa ou suficiente ao aluno para poder manejar bem tudo o que está escrito nas escrituras, formando, assim grandes obreiros para fazerem o ide. E um profundo conhecimento nas escrituras sagradas, ou seja, um conhecimento pessoal, e preparo para ensinar e formar jovem, adultos e crianças a serem respeitadores das leis de Deus. Assim todos os professores que ensinam a verdadeira palavra de Deus, merecem todo o nosso apoio e a nossa admiração pelo o serviço que exerce na administração do processo educacional do povo. É claro que todo bom professor tem algumas preparações teóricas, espirituais e práticas para ministrar as lições aos alunos, visando que eles alcancem o seu objetivo. O professor deve ter em seu currículo uma boa hermenêutica teológica recheada de conhecimento, precisa todo tempo de auxílios exegéticos com muitas substâncias, e que perfilem sobre a moderna e clássica literatura para lhe auxiliar na interpretação da bíblia. Pois na falta do conhecimento os ensinos passados por este professor pode ser espinhoso. Assim o professor deve ter em sua biblioteca uma grande coleção de conhecimentos. Sobre histórias, antropologias, culturas e sociologias, tudo dentro do contexto bíblico. Editora Apocalipse Levando As Boas Novas de Salvação até Você Este Trabalho É Fruto De Horas Incansáveis De Estudo Para Lhe Trazer As Boas Novas Do Reino De Deus, -14/06/2009. DOS DIREITOS RESERVADOS É proibida a reprodução total ou parcial, dos textos por qual quer meios, quer por sistemas gráficos, ou reprográficos, assim como memorização deste trabalho. Em qualquer sistema ou processamento de dados, sem a prévia autorização por escrita do autor e da editora, sendo sujeitando o infrator às penas da lei disciplinadora da espécie. Direitos de publicação reservados ao Pastor Pedro Alves da Silva. Rua Ataulfo Alves Nº 135 - Santa Rita – CEP 26050-370 - Nova Iguaçu - Rio de Janeiro - Brasil. BIOGRAFIA DO AUTOR. Formado Em Teologia, Ex-Professor De Línguas Contemporâneas Da Universidade “Unig Da Presidente Dutra – São João De Meriti – RJ”, Escritor Dos Livros Serie: O Administrador Fiel – Família O Plano De Deus; Deveres Ministeriais, Idolatrias, Costumes E Rituais Pagãs; O Alfa E Omega Atualmente Escreve Para Todas As Denominações Sem Nenhum Dogma Ou Preconceito. Pastor Pedro Alves. Telefone de contato e agenda 21 2769-2883 21 99174-7048 E-mail /papedroalves@gmail.Com... Todas as referências bíblicas encontrada nesta escrita foram tiradas das bíblias “Thompson” e edições “vida nova”. O DISCIPULADO “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.(Mt 28:19-20). Todo crente salvo deve vestir a camisa da sua igreja, (Hb 10:25). Isso é defender, trazer novas pessoas, pois toda árvore boa dar bons frutos (Mt 7:16-20). Amar os que estão de fora. Assim como Deus estava com Cristo, Reconciliando Consigo O Mundo (2 Co 5:19). O MISTÉRIO DE CRISTO HOMEM l) Jesus Cristo é homem, no sentido mais absoluto e perfeito. O que nos mostra o Novo Testamento, em toda a maravilha de Sua perfeição, é uma verdadeira vida humana de Jesus Cristo, o que quer dizer que Ele não é nenhuma imagem de homem, nem arcanjo ou semideus, como o mundo secular quer mostra-lo. Ele não se fez anjo, mas um autêntico homem descendentes de Abraão (Hb 2:16). Teve mãe humana (Mt 1:16), cresceu e desenvolveu-se normalmente, como menino, teve adolescência e a maturidade. Teve a experiência das emoções e dos sentimentos comuns a todos os homens: Amor, tristeza, indignação, compaixão. Foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado algum. Ouve quem o acusasse com uma calunia maldosa e ridícula o taxado de glutão e de bebedor de vinho (Mt 11:19. Isto é na verdade um testemunho do fato de que em todas as coisas se tornou semelhante a todos os irmãos (Hb 2:17). Ele não só comeu e bebeu, mas conheceu a fome, a sede e o cansaço, isto é para contemplarmos a Sua bravura. Sua severidade, Sua ternura; - vemo-lo curando e ensinando as multidões de ovelhas desgarradas sem pastor que era o povo de Israel. Compadeceu-se de suas fraquezas. Ele próprio foi um homem de dores e que sabe o que é padecer. Com uma humanidade da mais elevada e mais santa que este mundo jamais viu ou possa ver. E por fim sendo nós o que somos, foi pregado no madeiro para morrer em companhia de criminosos, vitima inocente do fanatismo, do medo, do ódio ciumento, do oportunismo político e do assassinato legalizado. Foi crucificado, morto e sepultado o Cristo Jesus Homem. (1Tm 2:5). O MISTÉRIO DE CRISTO DEUS l) Jesus Cristo É O Próprio Deus. Do mesmo modo, tão absoluto e claro, que a Bíblia declara a humanidade de Jesus Cristo, também afirma Sua deidade. (Jo 1:1; Hb 1:3). A essência e a presença de Deus–Seu próprio Ser – manifestam-se através das palavras e das obras deste Homem. Falando deliberadamente e conscientemente, com a mesma autoridade do próprio Deus. No Sermão do monte, colocou a perseguição por Sua causa lado a lado com a perseguição por causa da justiça e declarou que quem sofre pela lealdade a Ele ou à justiça receberá o galardão nos céus; colocou a Sua própria autoridade em paralelo com a autoridade de Deus e propõe à humanidade, leis que requerem justiça maior e mais profunda do que os Dez Mandamentos; sim, assume a terrível autoridade de pronunciar o juízo final dos homens (Mt 7:21-23) Na presença deste Homem, os homens não escapam da convicção de que Seus juízos e Seu perdão são o juízo e a misericórdia do próprio Deus. Rebelar-se contra este príncipe da vida humana é que é pecado no sentido mais absoluto. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo é a graça estupenda de Deus. Duvidar das promessas de Cristo é duvidar do próprio Deus é estar no mundo sem ter esperança. Quem ler os Evangelhos tem apenas duas alternativas: ou recusa por completo o seu testemunho, ou aceita sua revelação através do Senhor Jesus Cristo como sendo dom remidor que o próprio Deus oferece de Si mesmo aos homens pecadores. Isso deixa claramente que Deus estava com Cristo, reconciliando consigo o mundo. Is 9:6; Jr 23:6. O Senhor Justiça Nossa. (Mt 16:16-17; 26:64; Jo 1:18; Rm 8:3; 9:5; 1 Co 2:8). 2) A Doutrina Cristã a respeito de Cristo. Procura pelo menos definir o mistério de Cristo Jesus, na qualidade de vero Homem e verdadeiro Deus. Disse *definir*, pois racionalizar, explicar em termo da lógica finita dos homens é o que não pode fazer. Houve, nos primeiros séculos do cristianismo, duas principais tendências ou escolas, ligadas respectivamente às duas grandes cidades do oriente próximo, Alexandria e Antioquia. A escola de Alexandria via encarnação em Cristo a segunda pessoa da trindade divina; seu pensamento partia do céu com o filho eterno e dali baixava para a terra. A ênfase da escola de Antioquia fixava o fato da humanidade de Jesus, aqui sobre a terra para daí subir ao céu. Até esse ponto não se trata de duas criptologias diferentes, mas de interpretações que apresentam diferenças de ênfase. Resultou, porém, dessas ênfases unilaterais, que os alexandrinos, destacando a unidade da pessoa de Cristo com Deus, tendiam a obscurecer sua verdadeira humanidade. Cirilo de Alexandria chegou a afirmar, para explicar as limitações de poder e de conhecimento registradas no Evangelho acerca de Jesus, que em benefício de seus ouvintes, Ele simula desconhecimento na Sua qualidade de homem Ora, isso é docetismo, a heresia que afirma que a humanidade de Jesus era apenas simulada, uma espécie de dramatização. Por outro lado, os antioquenos, atribuindo ao Jesus humano àquilo que os Evangelhos dizem de Seu desconhecimento e Sua fraqueza, perdiam de vista a unidade da pessoa de Cristo e praticamente admitiam a existência de dois filhos, o que, a ser verdade, faria com que a obra de Jesus deixasse de ser a obra de Deus. É esse, pois, o problema que os teólogos de todos os tempos têm verificado ser insolúvel. Confessando Uma pessoa em Deus Naturezas, deixando de pé o paradoxo da pessoa de Cristo, porém, conservamos a verdade acerca de Jesus, conforme está registrado em caráter perene, nas paginas do Novo Testamento e nas da vida da Igreja. Essa verdade é que, na vinda de Jesus Cristo para nossa vida humana, Deus nos deu nada menos do que a Si mesmo. Toda a graça redentora que estava no Salvador, existia em Deus, antes de haver mundos. Foi esse Deus que, na imensurável caridade de Sua misericórdia, veio naquele que conhecemos por Jesus. É o que, apesar das falhas da linguagem humana, a doutrina da trindade e a da Encarnação procura expor. E disso depende a própria substancia do *Evangelho da glória do Deus bendito* (Jo 3: 1 Co 2:8; Fp 2:5-11). A VIDA DE JESUS I) O Seu nascimento da Virgem Mãe. Diante do que já lemos acima, da pessoa absolutamente única de Jesus Cristo como verdadeiro Deus e vero Homem, não é de se surpreender, pois sabemos que a Sua entrada neste mundo foi completamente diferente dos demais homens. Os evangelistas Mateus e Lucas, esclarecem inequivocamente a forma miraculosa do nascimento de Jesus a qual se harmoniza perfeitamente com tudo o mais que sabemos de Sua pessoa e natureza. (Mt 1:18-25); Lc 1:26-38). Não havendo dúvidas quanto ao sentido do respectivo vocábulo grego, e muito menos quanto à revelação pelo anjo Gabriel. II) Sua Perfeita Humanidade Jesus não era apenas um Homem perfeito, foi um Homem perfeito. Na perfeição da Sua vida, demonstrando o que Deus pretendia, ao criar o homem. Nota-se não apenas Sua perfeição negativa por assim chamá-la, ou seja, a ausência do pecado por comissão (ação), mas também sua perfeição positiva. Seu aproveitamento integral do tempo, Sua maneira perfeita de tratar a cada pessoa de acordo com sua individualidade. Seu contacto permanente com o Pai. O estudo diligente e reverente da obra do caráter e do ensino do Mestre dos mestres, conforme estar registrados nos quatro Evangelhos, é de maior importância para aquele que quer seguir o Mestre. Será de fato um dia auspicioso ele quando redescobrir a verdadeira grandeza da pessoa que quer cultuar. III) Sua Proclamação do Reino de Deus O anúncio, tanto de João, o (arauto) como de Jesus, o (anunciado), era achegada do reino de Deus ao mundo sob o domínio de Satanás. Jesus avisava que Deus estava intervindo como Rei, e convocava os homens para que o recebam como tal, em lugar de Satanás, tornando-se discípulos de Jesus e obedecendo-lhe à Sua palavra. Mt 3:2; Mt 4:17. Aos que atenderam, ensinou-lhe um novo caminho de uma vida dispendiosa para uma vida de herdeiros do Reino de Deus e enviá-los a anunciarem a boas novas de que Deus começou a Reinar por meio do ministério de Jesus o Cristo Mc 3:13-15; 5:19. Anunciou-lhes paralelamente que este Reino teria Sua realização completa e final após o julgamento e o estabelecimento de um mundo redimido, com Ele exercendo toda autoridade em grande glória Mt 13:43; Mt 24:29-31. lV) Seu Desafio ao mal Para Jesus, Sua obra como servo de Deus era a de libertar aos homens dos grilhões do pecado e derrotar ao príncipe deste mundo. Sua morte e ressurreição seria a consumação dessa vitória; todo o Seu ministério a antecipava, na cura dos enfermos, ao perdão e na reabilitação dos pecadores Mt 4:1-11. V) Sua Revelação de Deus Jesus Cristo é a única revelação de Deus. Hb 1:1-4. Em Jesus deparamos com a perfeição do amor de Deus que se entrega para salvar aos pecadores, e com justiça absoluta de Deus que forçosamente condena a toda hipocrisia e todo pecado. Sua presença entre os homens foi, assim, um desafio para que tomassem posição ao lado de Deus ou contra Ele.

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