LIÇÃO 9 O CANDELABRO OU CANDEEIRO COM SETE LÂMPADAS

O Candelabro era composto por sete luzes, que nos lembra o “Espírito Santo com os seus talentos, com a sua unção e sua iluminação” este candelabro, tinha uma haste central, com mais seis, sendo três em cada lado, num formato de uma flor, o que trazia a beleza desta fonte de luz, o que representa uma indicação direta do valor da estética na adoração (Sl 96:9). (As suas lâmpadas comparem, com Zc 4:1-6; e Ap 1:20; 4:4). Para embelezar a igreja de Jesus Cristo com suas varias formas de organizações, ao mesmo tempo a luz e o resultado da unção do “Espírito Santo” que torna perceptível a presença do Senhor Jesus Cristo na igreja que o ama e o adora em verdade e em Espírito, ou vice e versa o que devemos tomar como modelo, e isso são mais uma indicação de que se trata de uma representação fisicamente visível do santuário eterno nos céus (Hb 9:23). Na visão que o Apóstolo João teve de Jesus Cristo. Ele estava andando entre as lâmpadas, que representa a Luz que emana das igrejas, quando conservadas em ordem (Ap 1:13). Os pavios foram colocados na frente dos sete receptáculos com óleo, para que o santuário inteiro ficasse bem iluminado. Esta luz representa a obra da igreja em testificar a graça divina, em (Ap 1:12-20). Há uma discrição do próprio Jesus, como Sumo sacerdote, cuidando das sete lâmpadas, “as sete igrejas da Ásia”. O ALTAR DE OURO Perto do lugar santíssimo encontrava-se o altar de ouro. Ora, sabemos que o ouro é o metal mais precioso do mundo, este cobria o lugar onde Deus havia de ser adorado, e inclusive as enormes travessas indica que devemos sempre oferecer a Deus o que temos de mais precioso, o altar não ficava no “santo dos santos”, mas era lá que o perfume do incenso entrava, assim como a nossa oração feita com humildade se dirige até a presença de Deus. O ALTAR DE SACRIFÍCIOS Era uma estrutura elevada e sobre o qual o adorador oferecia sacrifícios ou queimava as ofertas como incenso. Já que está era a forma antiga e mais simples de expressar a fé em Deus, nele era colocado o desejo de adorá-lo, e a necessidade de um sacrifício pelo pecado. Noé logo após sair da arca, Erigiu um altar e nele ofereceu sacrifícios ao Senhor Deus. O que Deus logo aceitou este ato e como resultado abençoou o mundo com uma bênção que pendura por todos os tempos. Assim como Noé, muitos homens cheios de fé continuaram a edificar altares de adoração. A começar por Abraão que erigiu altares em diferentes lugares por onde passava ou vivia (Gn 12:7-8; 13:18). Jacó este então foi um grande edificador de altares (Gn 33:20; 35:7 em diante) com ele aparece uma grande listagem de edificadores de altares como Jó, Moisés, Josué, Samuel, Davi, e muitos outros crentes da antiguidade edificaram altares de sacrifícios em comemoração de grandes eventos. “É bom lembrarmos que o altar dos sacrifícios aponta para a parte suprema do plano de Deus, e não saímos por ai erigindo altares”. O sacrifício do Senhor Jesus Cristo, esse sim foi o preço para pagar os nossos pecados, o altar era construído de madeira, o que em certo sentido, a cruz de nosso Senhor Jesus Cristo também foi da mesma espécie e nela ele foi sacrificado por nós. No altar antigo às ofertas diárias uniam o povo de Israel diante daquele culto, e assim lhe faziam lembrar de que sem o derramamento de sangue não havia remissão de pecados (Hb 9:22). Isso durou por muito tempo. “E por que não dizer até nos dias de hoje” até que Jesus Cristo ofereceu a si mesmo por nós, de uma vez para sempre (Hb 9:28). O altar era portátil, igual a tudo que tinha no tabernáculo, era como guardar-se a porta do tabernáculo. Isso nos faz lembrar que não há outra maneira de entrar em contacto com as coisas de Deus, sem primeiro aceitar o sacrifício de Jesus Cristo por nós. No altar continha quatro chifres, que significava poder, ao longo dos tempos, desenvolveram-se, entre os israelitas o costume de recorrerem a esses chifres que ficava no altar. Sempre que se sentissem ameaçados ou para escapar da vingança humana. Assim se consideravam protegidos pelo poder divino (Is 1:50; 2:28). Os instrumentos nos mostram que se tratava de um altar, onde a oferta era queimada totalmente.

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